4 de out de 2011

Por hoje


E começa assim:
“Beijos ternos, de um amor por ora eterno...”   

Como relutei  pra sentir, muito mais pra dizer, como se palavras fossem tão certas e significantes. Bem, pra mim, até que sim. Mas viver é a melhor maneira de sentir. 


Então eu quero amores inventados, intensos, que me façam surpreender comigo mesma. 


Emoções fortes (positivas), mesmo que só por hoje eu pense assim. Talvez isso faça parte da felicidade que eu (re)invento a cada dia, pra não lembrar tristezas passadas. 

Quero gostinho de água de coco pra imaginar o mar que eternamente admiro e que tenho saudade.
Quero cama quente, mas, por favor,  não me deseje bom dia. Nem me ofereça flores,  que eu digo que te amo com ar de sarcasmo,  mas com fundo de verdade-inventada.
Quero sol que queime a pele, bebida que embriague, música que entorpeça.  Embora saiba que não adianta falar de textos, filmes, mas esses devaneios são só por hoje mesmo, porque me encantei com o exagero que nunca vivi, o excesso  que me fazia tremer. E como é bom isso, às vezes-sempre. 

Quero viver intensamente... só por hoje!

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